PROPOSTA EXECUTIVA · USO INTERNO

Central de Monitoramento 24hSegurança contínua, resposta imediata.

Proposta de criação de um setor dedicado à operação contínua de monitoramento: portões, CFTV de pontos críticos, leitura de placas (LPR), vídeo-porteiro com abertura remota e telemetria de temperatura das câmaras frias de todas as lojas — em tempo real, 24 horas por dia.

PortõesCFTV pontos críticosLPR na entradaVídeo-porteiroAbertura remotaTemperatura das câmaras frias
CENTRAL DE MONITORAMENTO — SALA DE OPERAÇÃOCONCEITO · IA
Sala de monitoramento 24h: operadores e supervisor acompanhando o video wall com as câmeras reais das unidades
OPERAÇÃO 24/7 · 4 OPERADORES + SUPERVISORcâmeras reais das unidades no video wall
RESUMO EXECUTIVO — A DECISÃO EM 30 SEGUNDOS
IR DIRETO À DECISÃO
INVESTIMENTO INICIAL (CAPEX)
R$ 88 – 121 mil

Sala, video wall, câmeras de campo — sob cotação formal

CUSTO MENSAL (EQUIPE 24H)
R$ 19 – 22 mil/mês

4 operadores + 1 supervisor — a validar com RH

PRAZO DA FASE 1
60 – 90 dias

Operação 24h no ar, contado da aprovação

DECISÃO PEDIDA HOJE
3 encaminhamentos

Aprovação de princípio · cotações formais · definição da sala

Em uma frase: criar um setor próprio de monitoramento 24h que passa a observar, em tempo real, portões, CFTV, postos de combustíveis e câmaras frias de todas as unidades — transformando uma estrutura que hoje só grava em uma operação que impede o prejuízo no momento em que ele começa.

01 / JUSTIFICATIVA

Por que criar o setor agora

A infraestrutura de câmeras e gravação já existe — o que falta é operação contínua. Sem observação ativa, o sistema atual só serve para investigar depois que o prejuízo aconteceu.

CENÁRIO ATUAL

Hoje

Reativomodo de operação
Ocorrências descobertas depois do fato

As gravações servem para investigar o prejuízo — não para impedi-lo. Nada é tratado no momento em que acontece.

Horasaté alguém perceber
Reação depende do acaso fora do horário comercial

Sem posto de observação, o evento só é tratado quando alguém nota, liga e se desloca até o local.

0operadores dedicados
Câmeras gravam, mas ninguém observa

A infraestrutura de CFTV existe — a função de monitoramento ativo não existe na estrutura atual.

Sem alertacâmaras frias
Temperatura sem supervisão automática

Variação fora da faixa só aparece em vistoria manual — quando o produto já pode estar comprometido.

CENÁRIO PROPOSTO

Com o setor implementado

100%dos eventos
Triagem imediata por operador dedicado

Todo evento de portão, câmera ou interfone é visto e tratado no momento em que ocorre.

< 2 minmeta de resposta
Reação a qualquer horário, 24/7

Abertura remota, registro e acionamento executados direto da central, sem deslocamento.

24/7cobertura contínua
Pontos críticos sob observação ativa

Grid de câmeras no video wall com operadores dedicados 24h — dois no dia e um por noite em revezamento.

Tempo realalertas automáticos
Temperatura das câmaras frias sob alerta

Sensores IoT em todas as lojas com alerta automático de variação fora da faixa segura.

Este projeto é preventivo: hoje não existem indicadores porque nada é medido — ninguém observa, registra ou consolida ocorrências. O objetivo é que a primeira ocorrência grave nunca aconteça; a própria central passa a produzir esses indicadores desde o primeiro mês.

02 / ESCOPO

O que será monitorado

Dois eixos de atuação no mesmo posto de operação: proteção física das unidades — fábricas, lojas e postos de combustíveis — e integridade da cadeia de frio.

SEGURANÇA FÍSICA

Monitoramento de portões

Observação contínua dos acessos de veículos e pedestres, com registro de cada abertura e fechamento.

CFTV de pontos críticos

Grid de câmeras IP nos pontos definidos como críticos, exibido em video wall com atenção ativa do operador.

Leitura de placas (LPR)

Câmera LPR na entrada identifica placas automaticamente, cruzando com lista de veículos autorizados.

Vídeo-porteiro

Atendimento remoto de visitantes e fornecedores via interfone IP com vídeo, direto da central.

Abertura de portão à distância

Liberação remota de acessos após validação visual pelo operador, com log de auditoria de cada comando.

Postos de combustíveis

Rede de CFTV do Posto Frei Damião elevada a padrão de central — observação ativa 24h — já dimensionada para incluir o novo posto em frente à Fábrica Nova.

Acionamento policial em flagrante

Evento criminoso visto ao vivo é comunicado à polícia no momento do ato, com localização e descrição em tempo real — aumentando a chance de flagrante.

OPERACIONAL / COMPLIANCE

Temperatura das câmaras frias

Sensores IoT dentro de cada câmara fria de todas as lojas, transmitindo leituras em tempo real para a central.

Alertas automáticos de variação

Qualquer leitura fora da faixa segura dispara alerta imediato no dashboard, sem depender de vistoria manual.

Dashboard integrado à operação

Telemetria exibida no mesmo video wall das câmeras — um único posto de operação cobre segurança e compliance.

03 / DEMONSTRAÇÃO

Como funciona na prática

Duas perspectivas da mesma operação: o que acontece no ponto monitorado e como a central responde. Demonstração conceitual — os vídeos podem ser substituídos por gravações reais das unidades quando disponíveis.

Visão do local monitorado

Câmera, portão e LPR operando no ponto físico: veículo se aproxima, placa é lida, vídeo-porteiro é acionado e o acesso é liberado remotamente.

Visão da operação

Operador na central recebendo a demanda: validação visual no video wall, atendimento pelo interfone, comando de abertura e registro no log de auditoria.

04 / INFRAESTRUTURA

O que precisa ser adquirido

A rede e a gravação já existem. A lista abaixo cobre apenas o que falta: a sala de operação e os equipamentos de campo. Itens já disponíveis estão marcados e não entram no investimento.

SALA DE OPERAÇÃO

Video wall / monitores

Grid de câmeras e dashboard de temperatura em exibição simultânea. Estrutura modular — comporta novos monitores conforme a operação crescer.

Workstations de operação

2 computadores dedicados (i7, 32 GB, GPU para decodificação de múltiplos fluxos de vídeo) + 1 controlador do video wall.

Mesa operacional ergonômica

Posto de trabalho em conformidade com a NR-17 para operação prolongada.

Cadeira ergonômica certificada

Adequada a turnos de 12 horas, com certificação ergonômica.

Iluminação indireta

Evita fadiga visual e reflexo nas telas em operação de 12h.

Climatização dedicada

Com sensor de temperatura próprio da sala e alerta de falha.

Controle de acesso à sala

Biometria ou cartão — somente pessoal autorizado entra na central.

CFTV interno da sala

Auditoria da própria operação: registro de quem operou e quando.

Botão de pânico / SOS

Acionamento imediato de apoio em situação de ameaça ao operador.

Extintor CO₂

Adequado a ambientes com equipamentos eletrônicos energizados.

Áudio / interfonia

Comunicação com vídeo-porteiro e equipe de campo direto do posto.

Nobreak dedicado

Autonomia do posto de trabalho local em caso de queda de energia.

Reserva de expansão

Sala dimensionada para até 4 postos simultâneos (operação inicia com 2). Video wall, rede elétrica e cabeamento já preparados para adicionar operadores conforme a demanda — sem obra futura.

CÂMERAS E SENSORES EM CAMPO

Câmeras IP — pontos críticos

CFTV para os pontos críticos definidos no levantamento de risco.

Câmera dedicada aos portões

Enquadramento fixo dos acessos para validação visual e registro.

Câmera LPR na entrada

Leitura automática de placas com registro de todos os veículos.

Câmera do vídeo-porteiro

Integrada ao interfone IP para atendimento remoto pela central.

Câmeras das câmaras friasJÁ EXISTENTE

Cobertura das entradas das câmaras frias — sem custo adicional.

Sensores de temperatura IoT

Um sensor dentro de cada câmara fria de todas as lojas, com gateway de conectividade por loja e transmissão em tempo real para a central.

Dashboard de temperatura

Alertas automáticos integrados ao mesmo video wall das câmeras. Desenvolvimento interno reaproveitando o stack já usado no CheckPonto — sem plataforma IoT terceirizada.

PRÉVIA — DASHBOARD DE TEMPERATURA (SIMULAÇÃO EM TEMPO REAL)

DASHBOARD DE TEMPERATURA — CÂMARAS FRIAS
TEMPO REAL
Loja 01
--
DENTRO DA FAIXA
Loja 02
--
DENTRO DA FAIXA
Loja 03
--
DENTRO DA FAIXA
Carregando telemetria…

CONFORMIDADE: A OPERAÇÃO SEGUE A POLÍTICA DE USO DE IMAGENS E LGPD JÁ VIGENTE NA EMPRESA — RETENÇÃO CONTROLADA, ACESSO RESTRITO À SALA E LOG DE AUDITORIA DE CADA AÇÃO DO OPERADOR.

05 / PAINEL AO VIVO

Como o operador vai enxergar a rede

Simulação funcional do painel da central: temperatura média e sensor de porta de cada câmara fria, filial por filial, mais o controle de acesso por leitura de placa (LPR). É exatamente esta tela que ficará no video wall.

CENTRAL DE MONITORAMENTO — REDE GUARAVES
TEMPO REAL
15 filiais dentro da faixa · porta fechada1 alerta ativo — F 22 Ruy Carneiro
F 04
Ceasa RN
-5.0°
PORTA FECHADA
F 05
Mercado Central
-4.2°
PORTA FECHADA
F 08
Ceasa PE
-5.8°
PORTA FECHADA
F 11
Oitizeiro
-4.6°
PORTA FECHADA
F 12
Mossoró
-5.3°
PORTA FECHADA
F 13
Campina Grande
-4.9°
PORTA FECHADA
F 15
Guarabira
-5.5°
PORTA FECHADA
F 19
Ceasa RN 2
-4.4°
PORTA FECHADA
F 20
Patos
-5.1°
PORTA FECHADA
F 21
Cristo
-4.8°
PORTA FECHADA
ALERTA
F 22
Ruy Carneiro
-2.1°
PORTA ABERTA
Porta aberta há 08:42 — temperatura subindo. Operador deve contatar a filial.
F 23
Liberdade CG
-5.6°
PORTA FECHADA
F 25
Sousa
-4.5°
PORTA FECHADA
F 26
Juazeiro do Norte
-5.2°
PORTA FECHADA
F 27
Mamanguape
-4.7°
PORTA FECHADA
F 32
Sapé
-5.4°
PORTA FECHADA

Cada câmara fria recebe um sensor de temperatura IoT e um sensor magnético de porta. A central sabe, em tempo real, não só a temperatura média de cada filial, mas se a porta está aberta ou fechada — e há quanto tempo. Porta aberta além do tempo tolerado dispara alerta automático antes que a temperatura comprometa o produto.

06 / EQUIPE

Dimensionamento de equipe

Estrutura enxuta: 4 operadores e 1 supervisor. Dois operadores simultâneos no turno diurno — quando se concentra o movimento operacional — e um operador por noite em revezamento 12/36.

4
operadores no total — 2 no dia, 2 revezando à noite
24h
de cobertura contínua, sem horário descoberto
1
supervisor em horário comercial com acesso remoto de auditoria
TURNO DIURNO · 07h – 19h
2 OPERADORES SIMULTÂNEOS
Operador 1
Operador 2

Dois operadores em atendimento durante o período de maior movimento: expedição, portarias, liberações de acesso e fluxo de veículos.

TURNO NOTURNO · 19h – 07h
REVEZAMENTO 12/36
Operador 3
Operador 4

Um operador por noite, com os dois revezando na escala 12/36 (12h de trabalho, 36h de descanso) — nenhuma noite descoberta.

Supervisão

1 supervisor em horário comercial, responsável pela gestão da escala, análise dos logs de auditoria e acompanhamento remoto da operação fora do expediente — com acesso de auditoria a qualquer momento, inclusive como retaguarda do operador noturno.

07 / FLUXOS DE RESPOSTA

Protocolo padronizado para cada tipo de evento

Dois fluxos independentes, ambos encerrando em registro auditável — nenhuma ocorrência sem rastro.

FLUXO DE SEGURANÇA

  1. 01

    Evento detectado

    Portão, câmera ou interfone gera o evento na central.

  2. 02

    Operador identifica

    Validação visual imediata no video wall.

  3. 03

    Ação

    Abertura remota, registro da ocorrência ou acionamento de apoio. Em crime em andamento: ligação imediata à polícia (190) com o ato ainda em curso, guiando a viatura em tempo real.

  4. 04

    Log de auditoria

    Cada decisão registrada com horário, operador e evidência.

FLUXO DE TEMPERATURA

  1. 01

    Alerta disparado

    Variação fora da faixa segura gera alerta automático.

  2. 02

    Operador verifica

    Confirmação da leitura e da tendência no dashboard.

  3. 03

    Contato com a loja

    Acionamento imediato do responsável local pela câmara.

  4. 04

    Registro do incidente

    Ocorrência documentada com leitura, horário e ação tomada.

  5. 05

    Escalonamento

    Se não resolvido em X minutos, escala para supervisão e gestão da loja.

08 / RETORNO

O custo de não fazer nada

O investimento não compra apenas monitoramento — compra a garantia de que perdas e incidentes deixem de acontecer sem resposta. Hoje essa exposição nem sequer é medida: não há quem observe ou registre. É a própria central que passa a produzir os indicadores.

EXPOSIÇÃO ATUAL — STATUS QUO
Perdas em câmaras friasSem medição hoje

Falhas de temperatura descobertas horas depois — perda de produto e risco sanitário que ninguém contabiliza.

Furto, desvio e perdas de inventárioSem medição hoje

Eventos em portões e expedição sem triagem em tempo real. O LPR fecha o controle de entrada e saída de veículos.

Incidente grave sem respostaRisco não provisionado

Invasão, incêndio ou acidente fora do horário comercial hoje depende de acionamento manual — exposição jurídica e patrimonial.

Prêmio de seguro e franquiasPotencial de redução

Monitoramento ativo 24h documentado é fator de negociação nas apólices patrimoniais e de estoque.

A EXPOSIÇÃO ATUAL NÃO É MEDIDA — NÃO HÁ QUEM OBSERVE, REGISTRE OU CONSOLIDE OCORRÊNCIAS. A PRÓPRIA CENTRAL PASSA A PRODUZIR ESSES INDICADORES DESDE O PRIMEIRO MÊS DE OPERAÇÃO.

POR QUE CENTRAL PRÓPRIA — E NÃO TERCEIRIZADA
CRITÉRIOSTATUS QUOTERCEIRIZADACENTRAL PRÓPRIA
Tempo de respostaHoras — evento descoberto na revisão das gravaçõesMinutos, mas limitado a disparos de alarmeMeta < 2 min, observação ativa contínua
Cobertura do que é monitoradoNinguém observa os feeds em tempo realEventos de alarme; vídeo verificado por amostragem100% dos eventos triados por operador dedicado
Integração câmara fria + LPR + interfoniaInexistenteFora do escopo padrão das empresas de portaria remotaNativa — mesmo posto de operação trata tudo
Responsabilidade e SLASem contrato, sem garantia — ninguém responde pelo eventoCláusulas de SLA protegem o prestador: resposta dentro de janelas contratuais e responsabilidade limitada a multa — o prejuízo real permanece com a GuaravesAção imediata, sem janela contratual — quem responde tem o mesmo interesse da empresa
Experiência em monitoramentoFunção inexistente na estrutura atualPrestadores disponíveis na região atuam como portaria — sem histórico real em central de monitoramento integradaEquipe selecionada e treinada especificamente para a função, com supervisão própria
Conhecimento da operação GuaravesInterno, mas sem processoOperador genérico, alta rotatividade, sem contextoEquipe própria treinada nos fluxos da empresa
Custo recorrenteBaixo custo direto — alto custo oculto em perdasMensalidade por ponto/loja — cresce com a expansãoCusto fixo que dilui a cada nova loja integrada
Controle e confidencialidadeInternoImagens e rotinas internas em operador externoDados e imagens 100% sob controle da empresa

Conclusão: a terceirização resolve apenas alarme e portaria remota — não cobre câmara fria, LPR nem integra a operação. E o modelo contratual joga contra: o SLA protege o prestador, não a empresa — quando o dano acontece, a “compensação” é uma multa limitada, enquanto o prejuízo real fica com a Guaraves. A central própria coloca todo o controle da situação na mão da empresa: decisão imediata, sem depender de janela contratual, tratando segurança e operação (temperatura, expedição, acesso) no mesmo posto, com custo que se dilui a cada loja integrada.

09 / GOVERNANÇA

Riscos mapeados e como a diretoria acompanha

Nenhum projeto é isento de risco — a diferença é tratá-lo antes. E, após a implantação, a central presta contas: relatório mensal de indicadores à diretoria desde o primeiro mês de operação.

RISCOS E MITIGAÇÕES
Queda de link de internet em uma unidade

MITIGAÇÃO · Redundância de link já existente nas filiais. A gravação local segue ativa — nada se perde; a central ressincroniza ao restabelecer.

Dificuldade de contratar operadores qualificados

MITIGAÇÃO · Seleção com perfil definido + treinamento interno nos fluxos da empresa, com supervisão dedicada desde o primeiro dia.

Fadiga e erro humano no turno noturno

MITIGAÇÃO · Escala 12/36 no turno noturno (36h de descanso entre plantões), estações ergonômicas NR-17, CFTV interno da sala, supervisor com acesso remoto como retaguarda e log de auditoria de cada ação.

Queda de energia na própria central

MITIGAÇÃO · Nobreak dedicado ao posto de operação + gravação local autônoma em cada unidade durante a indisponibilidade.

KPIs — RELATÓRIO MENSAL À DIRETORIA
Tempo médio de resposta a eventos
Meta < 2 min
Ocorrências tratadas e desfecho, por unidade
100% registradas
Alertas de temperatura e tempo até normalização
Por câmara fria
Disponibilidade da central (uptime)
Meta ≥ 99%
Ações com log de auditoria
100% rastreáveis
Os mesmos indicadores que hoje não existem passam a medir, mês a mês, o retorno do investimento — a diretoria acompanha a central com dados, não com percepção.
10 / INVESTIMENTO

Investimento e próximos passos

Valores médios de mercado (pesquisa de preços — ago/2026), já considerando folga para expansão futura da sala. As cotações formais com fornecedores substituirão estas faixas antes da decisão final.

ESTIMATIVA DE CUSTOS — MÉDIA DE MERCADOCLIQUE EM UM ITEM PARA VER O DETALHAMENTO
DETALHAMENTO DO VALOR MÉDIO
4× monitor profissional 55″ operação 24/7 (R$ 6.100–8.800/un.)R$ 24.400 – 35.200
Suportes / molduras de fixação modularR$ 2.000 – 2.500
Instalação, cabeamento e alinhamentoR$ 2.300 – 2.600
Valor médio de referência: ~R$ 34.500. Estrutura modular já prevê expansão futura para 6 telas.
DETALHAMENTO DO VALOR MÉDIO
2× workstation i7 / 32 GB / GPU dedicada (R$ 5.500–7.500/un.)R$ 11.000 – 15.000
1× PC controlador do video wall (múltiplas saídas de vídeo)R$ 7.000 – 8.000
Valor médio de referência: ~R$ 20.500. GPU dedicada é obrigatória para decodificar dezenas de fluxos simultâneos sem travar.
DETALHAMENTO DO VALOR MÉDIO
2× mesa operacional / bancada de monitoramento (R$ 1.500–2.500/un.)R$ 3.000 – 5.000
2× cadeira ergonômica certificada NR-17 c/ laudo (R$ 900–1.400/un.)R$ 1.800 – 2.800
Apoios, suportes de monitor e acessórios ergonômicosR$ 1.200 – 1.200
Valor médio de referência: ~R$ 7.500. Certificação NR-17 com laudo protege a empresa em turnos de 12h.
DETALHAMENTO DO VALOR MÉDIO
Climatização dedicada (equipamentos operando 24/7)R$ 6.000 – 8.000
Controle de acesso com biometriaR$ 1.500 – 2.500
CFTV interno da salaR$ 1.500 – 2.000
Iluminação indireta antirreflexoR$ 1.500 – 2.500
Nobreak / autonomia elétricaR$ 2.000 – 3.000
Áudio / interfoniaR$ 1.500 – 2.000
Botão SOS + extintor CO₂R$ 1.000
Valor médio de referência: ~R$ 18.000.
DETALHAMENTO DO VALOR MÉDIO
Câmeras IP para pontos críticos e portões (R$ 1.200–2.000/un.)R$ 10.000 – 14.000
Câmera LPR com IA — leitura automática de placasR$ 6.000 – 9.000
Vídeo-porteiro IP integrado ao posto de operaçãoR$ 2.500 – 4.000
Instalação, cabeamento e configuraçãoR$ 1.500 – 1.000
Valor médio de referência: ~R$ 24.000. Câmeras LPR profissionais normalmente são vendidas sob cotação direta com o fabricante.
DETALHAMENTO DO VALOR MÉDIO
2–3× sensor de temperatura LoRa por câmara fria (R$ 300–600/un.)R$ 600 – 1.800
1× gateway de conectividade por lojaR$ 1.500 – 2.500
Valor médio de referência: ~R$ 3.200 por loja. Multiplicar pelo número de lojas no rollout da Fase 2.
DETALHAMENTO DO VALOR MÉDIO
4× operador de monitoramento — salário + encargos (R$ 3.500–4.000/mês cada, incluindo adicional noturno no revezamento 12/36)R$ 14.000 – 16.000 /mês
1× supervisor / coordenador da central — salário + encargosR$ 5.000 – 6.000 /mês
Valor médio de referência: ~R$ 20.500/mês. Estimativa regional — validar faixas salariais exatas com o RH.
INVESTIMENTO INICIAL (CAPEX, SEM SENSORES)R$ 88.000 – 121.000
Sensores de temperatura: multiplicar R$ ~3.200 pelo número de lojas (rollout na Fase 2). Postos de combustíveis: o CFTV existente do Posto Frei Damião será integrado à central sem aquisição de equipamento — apenas configuração e link de dados; o novo posto em frente à Fábrica Nova já nasce integrado ao projeto. Valores baseados em preços públicos de mercado nacional; compras via CNPJ contribuinte de ICMS tendem a reduzir o custo dos monitores profissionais.

Cotações formais: este material, com as especificações técnicas de cada item, pode ser repassado aos fornecedores para realização de cotações — permitindo comparar propostas e garantir os melhores valores de aquisição antes da decisão final.

CRONOGRAMA EM FASES
FASE 160–90 dias após aprovação*

Sala de operação + segurança física

  • Montagem da sala e do video wall
  • Instalação das câmeras de campo (pontos críticos, portões, LPR, vídeo-porteiro)
  • Contratação e treinamento da equipe
  • Início da operação 24h
FASE 290–180 dias, rollout gradual*

Rollout dos sensores de temperatura

  • Instalação loja a loja dos sensores IoT e gateways
  • Desenvolvimento interno do dashboard (stack CheckPonto)
  • Integração dos alertas ao posto de operação
  • Cobertura completa de todas as lojas

* PRAZOS ESTIMADOS, CONTADOS DA APROVAÇÃO — CONSOLIDADOS APÓS AS COTAÇÕES FORMAIS.

11 / DECISÃO

O que pedimos à diretoria hoje

Três encaminhamentos objetivos. A aprovação de hoje não compromete o valor final de compra — compromete apenas o avanço para cotações formais e a preparação da Fase 1.

1

Aprovação de princípio da Fase 1

Autorizar a implantação da sala de operação, das câmeras de campo e da contratação da equipe, dentro da faixa de investimento apresentada.

2

Autorização para cotações formais

Enviar as especificações técnicas deste material aos fornecedores e consolidar propostas fechadas — os valores finais substituem as faixas antes de qualquer compra.

3

Definição da sala e do responsável

Indicar o espaço físico que abrigará a central e formalizar o responsável pelo projeto para conduzir o cronograma da Fase 1.

Com os três encaminhamentos aprovados, a Fase 1 inicia imediatamente: cotações em paralelo com a preparação da sala, e operação 24h no ar dentro do prazo estimado de 60–90 dias.

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