Central de Monitoramento 24hSegurança contínua, resposta imediata.
Proposta de criação de um setor dedicado à operação contínua de monitoramento: portões, CFTV de pontos críticos, leitura de placas (LPR), vídeo-porteiro com abertura remota e telemetria de temperatura das câmaras frias de todas as lojas — em tempo real, 24 horas por dia.

Sala, video wall, câmeras de campo — sob cotação formal
4 operadores + 1 supervisor — a validar com RH
Operação 24h no ar, contado da aprovação
Aprovação de princípio · cotações formais · definição da sala
Em uma frase: criar um setor próprio de monitoramento 24h que passa a observar, em tempo real, portões, CFTV, postos de combustíveis e câmaras frias de todas as unidades — transformando uma estrutura que hoje só grava em uma operação que impede o prejuízo no momento em que ele começa.
Por que criar o setor agora
A infraestrutura de câmeras e gravação já existe — o que falta é operação contínua. Sem observação ativa, o sistema atual só serve para investigar depois que o prejuízo aconteceu.
Hoje
As gravações servem para investigar o prejuízo — não para impedi-lo. Nada é tratado no momento em que acontece.
Sem posto de observação, o evento só é tratado quando alguém nota, liga e se desloca até o local.
A infraestrutura de CFTV existe — a função de monitoramento ativo não existe na estrutura atual.
Variação fora da faixa só aparece em vistoria manual — quando o produto já pode estar comprometido.
Com o setor implementado
Todo evento de portão, câmera ou interfone é visto e tratado no momento em que ocorre.
Abertura remota, registro e acionamento executados direto da central, sem deslocamento.
Grid de câmeras no video wall com operadores dedicados 24h — dois no dia e um por noite em revezamento.
Sensores IoT em todas as lojas com alerta automático de variação fora da faixa segura.
Este projeto é preventivo: hoje não existem indicadores porque nada é medido — ninguém observa, registra ou consolida ocorrências. O objetivo é que a primeira ocorrência grave nunca aconteça; a própria central passa a produzir esses indicadores desde o primeiro mês.
O que será monitorado
Dois eixos de atuação no mesmo posto de operação: proteção física das unidades — fábricas, lojas e postos de combustíveis — e integridade da cadeia de frio.
SEGURANÇA FÍSICA
Monitoramento de portões
Observação contínua dos acessos de veículos e pedestres, com registro de cada abertura e fechamento.
CFTV de pontos críticos
Grid de câmeras IP nos pontos definidos como críticos, exibido em video wall com atenção ativa do operador.
Leitura de placas (LPR)
Câmera LPR na entrada identifica placas automaticamente, cruzando com lista de veículos autorizados.
Vídeo-porteiro
Atendimento remoto de visitantes e fornecedores via interfone IP com vídeo, direto da central.
Abertura de portão à distância
Liberação remota de acessos após validação visual pelo operador, com log de auditoria de cada comando.
Postos de combustíveis
Rede de CFTV do Posto Frei Damião elevada a padrão de central — observação ativa 24h — já dimensionada para incluir o novo posto em frente à Fábrica Nova.
Acionamento policial em flagrante
Evento criminoso visto ao vivo é comunicado à polícia no momento do ato, com localização e descrição em tempo real — aumentando a chance de flagrante.
OPERACIONAL / COMPLIANCE
Temperatura das câmaras frias
Sensores IoT dentro de cada câmara fria de todas as lojas, transmitindo leituras em tempo real para a central.
Alertas automáticos de variação
Qualquer leitura fora da faixa segura dispara alerta imediato no dashboard, sem depender de vistoria manual.
Dashboard integrado à operação
Telemetria exibida no mesmo video wall das câmeras — um único posto de operação cobre segurança e compliance.
Como funciona na prática
Duas perspectivas da mesma operação: o que acontece no ponto monitorado e como a central responde. Demonstração conceitual — os vídeos podem ser substituídos por gravações reais das unidades quando disponíveis.
Visão do local monitorado
Câmera, portão e LPR operando no ponto físico: veículo se aproxima, placa é lida, vídeo-porteiro é acionado e o acesso é liberado remotamente.
Visão da operação
Operador na central recebendo a demanda: validação visual no video wall, atendimento pelo interfone, comando de abertura e registro no log de auditoria.
O que precisa ser adquirido
A rede e a gravação já existem. A lista abaixo cobre apenas o que falta: a sala de operação e os equipamentos de campo. Itens já disponíveis estão marcados e não entram no investimento.
SALA DE OPERAÇÃO
Grid de câmeras e dashboard de temperatura em exibição simultânea. Estrutura modular — comporta novos monitores conforme a operação crescer.
2 computadores dedicados (i7, 32 GB, GPU para decodificação de múltiplos fluxos de vídeo) + 1 controlador do video wall.
Posto de trabalho em conformidade com a NR-17 para operação prolongada.
Adequada a turnos de 12 horas, com certificação ergonômica.
Evita fadiga visual e reflexo nas telas em operação de 12h.
Com sensor de temperatura próprio da sala e alerta de falha.
Biometria ou cartão — somente pessoal autorizado entra na central.
Auditoria da própria operação: registro de quem operou e quando.
Acionamento imediato de apoio em situação de ameaça ao operador.
Adequado a ambientes com equipamentos eletrônicos energizados.
Comunicação com vídeo-porteiro e equipe de campo direto do posto.
Autonomia do posto de trabalho local em caso de queda de energia.
Sala dimensionada para até 4 postos simultâneos (operação inicia com 2). Video wall, rede elétrica e cabeamento já preparados para adicionar operadores conforme a demanda — sem obra futura.
CÂMERAS E SENSORES EM CAMPO
CFTV para os pontos críticos definidos no levantamento de risco.
Enquadramento fixo dos acessos para validação visual e registro.
Leitura automática de placas com registro de todos os veículos.
Integrada ao interfone IP para atendimento remoto pela central.
Cobertura das entradas das câmaras frias — sem custo adicional.
Um sensor dentro de cada câmara fria de todas as lojas, com gateway de conectividade por loja e transmissão em tempo real para a central.
Alertas automáticos integrados ao mesmo video wall das câmeras. Desenvolvimento interno reaproveitando o stack já usado no CheckPonto — sem plataforma IoT terceirizada.
PRÉVIA — DASHBOARD DE TEMPERATURA (SIMULAÇÃO EM TEMPO REAL)
CONFORMIDADE: A OPERAÇÃO SEGUE A POLÍTICA DE USO DE IMAGENS E LGPD JÁ VIGENTE NA EMPRESA — RETENÇÃO CONTROLADA, ACESSO RESTRITO À SALA E LOG DE AUDITORIA DE CADA AÇÃO DO OPERADOR.
Como o operador vai enxergar a rede
Simulação funcional do painel da central: temperatura média e sensor de porta de cada câmara fria, filial por filial, mais o controle de acesso por leitura de placa (LPR). É exatamente esta tela que ficará no video wall.
Cada câmara fria recebe um sensor de temperatura IoT e um sensor magnético de porta. A central sabe, em tempo real, não só a temperatura média de cada filial, mas se a porta está aberta ou fechada — e há quanto tempo. Porta aberta além do tempo tolerado dispara alerta automático antes que a temperatura comprometa o produto.
Dimensionamento de equipe
Estrutura enxuta: 4 operadores e 1 supervisor. Dois operadores simultâneos no turno diurno — quando se concentra o movimento operacional — e um operador por noite em revezamento 12/36.
Dois operadores em atendimento durante o período de maior movimento: expedição, portarias, liberações de acesso e fluxo de veículos.
Um operador por noite, com os dois revezando na escala 12/36 (12h de trabalho, 36h de descanso) — nenhuma noite descoberta.
Supervisão
1 supervisor em horário comercial, responsável pela gestão da escala, análise dos logs de auditoria e acompanhamento remoto da operação fora do expediente — com acesso de auditoria a qualquer momento, inclusive como retaguarda do operador noturno.
Protocolo padronizado para cada tipo de evento
Dois fluxos independentes, ambos encerrando em registro auditável — nenhuma ocorrência sem rastro.
FLUXO DE SEGURANÇA
- 01
Evento detectado
Portão, câmera ou interfone gera o evento na central.
- 02
Operador identifica
Validação visual imediata no video wall.
- 03
Ação
Abertura remota, registro da ocorrência ou acionamento de apoio. Em crime em andamento: ligação imediata à polícia (190) com o ato ainda em curso, guiando a viatura em tempo real.
- 04
Log de auditoria
Cada decisão registrada com horário, operador e evidência.
FLUXO DE TEMPERATURA
- 01
Alerta disparado
Variação fora da faixa segura gera alerta automático.
- 02
Operador verifica
Confirmação da leitura e da tendência no dashboard.
- 03
Contato com a loja
Acionamento imediato do responsável local pela câmara.
- 04
Registro do incidente
Ocorrência documentada com leitura, horário e ação tomada.
- 05
Escalonamento
Se não resolvido em X minutos, escala para supervisão e gestão da loja.
O custo de não fazer nada
O investimento não compra apenas monitoramento — compra a garantia de que perdas e incidentes deixem de acontecer sem resposta. Hoje essa exposição nem sequer é medida: não há quem observe ou registre. É a própria central que passa a produzir os indicadores.
Falhas de temperatura descobertas horas depois — perda de produto e risco sanitário que ninguém contabiliza.
Eventos em portões e expedição sem triagem em tempo real. O LPR fecha o controle de entrada e saída de veículos.
Invasão, incêndio ou acidente fora do horário comercial hoje depende de acionamento manual — exposição jurídica e patrimonial.
Monitoramento ativo 24h documentado é fator de negociação nas apólices patrimoniais e de estoque.
A EXPOSIÇÃO ATUAL NÃO É MEDIDA — NÃO HÁ QUEM OBSERVE, REGISTRE OU CONSOLIDE OCORRÊNCIAS. A PRÓPRIA CENTRAL PASSA A PRODUZIR ESSES INDICADORES DESDE O PRIMEIRO MÊS DE OPERAÇÃO.
| CRITÉRIO | STATUS QUO | TERCEIRIZADA | CENTRAL PRÓPRIA |
|---|---|---|---|
| Tempo de resposta | Horas — evento descoberto na revisão das gravações | Minutos, mas limitado a disparos de alarme | Meta < 2 min, observação ativa contínua |
| Cobertura do que é monitorado | Ninguém observa os feeds em tempo real | Eventos de alarme; vídeo verificado por amostragem | 100% dos eventos triados por operador dedicado |
| Integração câmara fria + LPR + interfonia | Inexistente | Fora do escopo padrão das empresas de portaria remota | Nativa — mesmo posto de operação trata tudo |
| Responsabilidade e SLA | Sem contrato, sem garantia — ninguém responde pelo evento | Cláusulas de SLA protegem o prestador: resposta dentro de janelas contratuais e responsabilidade limitada a multa — o prejuízo real permanece com a Guaraves | Ação imediata, sem janela contratual — quem responde tem o mesmo interesse da empresa |
| Experiência em monitoramento | Função inexistente na estrutura atual | Prestadores disponíveis na região atuam como portaria — sem histórico real em central de monitoramento integrada | Equipe selecionada e treinada especificamente para a função, com supervisão própria |
| Conhecimento da operação Guaraves | Interno, mas sem processo | Operador genérico, alta rotatividade, sem contexto | Equipe própria treinada nos fluxos da empresa |
| Custo recorrente | Baixo custo direto — alto custo oculto em perdas | Mensalidade por ponto/loja — cresce com a expansão | Custo fixo que dilui a cada nova loja integrada |
| Controle e confidencialidade | Interno | Imagens e rotinas internas em operador externo | Dados e imagens 100% sob controle da empresa |
Conclusão: a terceirização resolve apenas alarme e portaria remota — não cobre câmara fria, LPR nem integra a operação. E o modelo contratual joga contra: o SLA protege o prestador, não a empresa — quando o dano acontece, a “compensação” é uma multa limitada, enquanto o prejuízo real fica com a Guaraves. A central própria coloca todo o controle da situação na mão da empresa: decisão imediata, sem depender de janela contratual, tratando segurança e operação (temperatura, expedição, acesso) no mesmo posto, com custo que se dilui a cada loja integrada.
Riscos mapeados e como a diretoria acompanha
Nenhum projeto é isento de risco — a diferença é tratá-lo antes. E, após a implantação, a central presta contas: relatório mensal de indicadores à diretoria desde o primeiro mês de operação.
MITIGAÇÃO · Redundância de link já existente nas filiais. A gravação local segue ativa — nada se perde; a central ressincroniza ao restabelecer.
MITIGAÇÃO · Seleção com perfil definido + treinamento interno nos fluxos da empresa, com supervisão dedicada desde o primeiro dia.
MITIGAÇÃO · Escala 12/36 no turno noturno (36h de descanso entre plantões), estações ergonômicas NR-17, CFTV interno da sala, supervisor com acesso remoto como retaguarda e log de auditoria de cada ação.
MITIGAÇÃO · Nobreak dedicado ao posto de operação + gravação local autônoma em cada unidade durante a indisponibilidade.
Investimento e próximos passos
Valores médios de mercado (pesquisa de preços — ago/2026), já considerando folga para expansão futura da sala. As cotações formais com fornecedores substituirão estas faixas antes da decisão final.
Cotações formais: este material, com as especificações técnicas de cada item, pode ser repassado aos fornecedores para realização de cotações — permitindo comparar propostas e garantir os melhores valores de aquisição antes da decisão final.
Sala de operação + segurança física
- Montagem da sala e do video wall
- Instalação das câmeras de campo (pontos críticos, portões, LPR, vídeo-porteiro)
- Contratação e treinamento da equipe
- Início da operação 24h
Rollout dos sensores de temperatura
- Instalação loja a loja dos sensores IoT e gateways
- Desenvolvimento interno do dashboard (stack CheckPonto)
- Integração dos alertas ao posto de operação
- Cobertura completa de todas as lojas
* PRAZOS ESTIMADOS, CONTADOS DA APROVAÇÃO — CONSOLIDADOS APÓS AS COTAÇÕES FORMAIS.
O que pedimos à diretoria hoje
Três encaminhamentos objetivos. A aprovação de hoje não compromete o valor final de compra — compromete apenas o avanço para cotações formais e a preparação da Fase 1.
Aprovação de princípio da Fase 1
Autorizar a implantação da sala de operação, das câmeras de campo e da contratação da equipe, dentro da faixa de investimento apresentada.
Autorização para cotações formais
Enviar as especificações técnicas deste material aos fornecedores e consolidar propostas fechadas — os valores finais substituem as faixas antes de qualquer compra.
Definição da sala e do responsável
Indicar o espaço físico que abrigará a central e formalizar o responsável pelo projeto para conduzir o cronograma da Fase 1.
Com os três encaminhamentos aprovados, a Fase 1 inicia imediatamente: cotações em paralelo com a preparação da sala, e operação 24h no ar dentro do prazo estimado de 60–90 dias.